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domingo, 31 de janeiro de 2016

Ano Santo da Misericórdia.


Com o Ano Santo da Misericórdia, que se iniciou no dia 8 de dezembro na solenidade da Imaculada Conceição, o Santo Padre Francisco fez um especial convite para que se reflita e se ponha em prática as Obras de Misericórdia. “Será um modo para despertar nossa consciência, muitas vezes apática diante do drama da pobreza, e para entrar ainda mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina. A pregação de Jesus nos apresenta estas obras de misericórdia para que possamos dar-nos conta se vivemos ou não como discípulos seus”. Sendo assim, existem 14 Obras de Misericórdia: sete corporais e sete espirituais. As obras de misericórdia corporais são: visitar aos enfermos, dar de comer ao faminto, dar de beber ao sedento, dar pousada ao peregrino, vestir ao nu, visitar aos presos e enterrar aos defuntos. É tempo para nos arrependermos de nossos pecados e mudar algo em nós, para sermos melhores e podermos viver mais próximos de Cristo. Ao longo deste tempo, sobretudo na liturgia do domingo, fazemos um esforço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis e vivermos como filhos de Deus. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência. É um tempo de reflexão, de penitência, de conversão espiritual; tempo e preparação para o mistério pascal. Na Quaresma, Cristo nos convida a mudar de vida. A Igreja nos convida a viver a Quaresma como um caminho a Jesus Cristo, escutando a Palavra de Deus, orando, compartilhando com o próximo e praticando boas obras. Convida-nos a viver uma série de atitudes cristãs que nos ajudam a parecer mais com Jesus Cristo, já que por ação do pecado, nos afastamos de Deus. Por isso, a Quaresma é o tempo do perdão e da reconciliação fraterna. Cada dia, durante a vida, devemos retirar de nossos corações o ódio, o rancor, a inveja, e tudo mais que se opõem a nosso amor a Deus e aos irmãos. Na Quaresma, aprendemos a conhecer e apreciar a Cruz de Jesus. Com isto aprendemos também a tomar nossa cruz com alegria para alcançar a glória da ressurreição. Durante esse tempo especial de purificação e santificação, contamos com diversos meios propostos pela Igreja que nos ajudam a viver a dinâmica quaresmal: a vida de oração que é condição indispensável para o encontro com Deus; intensificar a escuta e a meditação atenta à Palavra de Deus; a assistência frequente ao sacramento da reconciliação e a Eucaristia e a prática do jejum, segundo as possibilidades de cada um. Viver essas práticas nos aproxima mais de Deus, mas, dentre as diversas práticas quaresmais que a igreja nos propõe, a vivência da caridade ocupa um lugar especial. Esta vivência da caridade deve ser vivida de maneira especial  com aqueles a quem temos mais próximos, no ambiente concreto em que nos movemos. Assim, vamos construindo no outro "o bem mais precioso e efetivo, que é o da coerência com a própria vocação cristã" (João Paulo Enquanto que as) obras de misericórdia espirituais são: ensinar ao que não sabe dar bom conselho ao que necessita corrigir ao que se equivoca perdoar ao que nos ofende consolar ao triste, sofrer com paciência os defeitos do próximo e rezar a Deus pelos vivos e os defuntos. O Papa Francisco na Bula de convocação do Jubileu extraordinário fala também do efeito das obras de misericórdia em quem as pratica, recordando que não se pode escapar às Palavras de Jesus, já que com base nelas seremos julgados. E conclui: “Em cada um destes ‘menores’ está presente Cristo mesmo. Sua carne se faz novamente visível como corpo martirizado, chagado, flagelado, desnutrido, em fuga (…) para que nós os reconheçamos, o toquemos e o assistamos com cuidado. Não esqueçamos as palavras de São João da Cruz: ‘No ocaso de nossas vidas, seremos julgados no amor’”.
Fonte: Gaudium Press

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